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sábado, agosto 03, 2013

Guerra de Carvão

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O menino chega em casa bufando de raiva de um colega da escola que o humilhou na frente de seus amigos.

Em vão seu pai tenta acalmá-lo. Percebendo, então, que ele precisa “botar pra fora” sua raiva, o pai propõe-lhe uma forma alternativa de vingança:

- Vê aquela camiseta branca no varal, filho? Pois, bem, imagine que aquela camiseta é menino que te aborreceu. Pegue aqui neste saco alguns pedaços de carvão e atire bem no peito dele. Vamos ver quantas vezes você é capaz de acertá-lo, até que sua raiva passe.

A coisa toda pareceu-lhe boba, mas ele aceitou, afinal de contas seu pai estava do seu lado.

Errou algumas, acertou outras, mas atirou até a última pedra de carvão que havia no saco. No fim o pai perguntou-lhe:

- E aí, filhão, como se sente?
- Cansado, disse ele sorrindo, mas, em compensação, olha só como ficou a camiseta!

O pai, então, convida-o a entrar e o coloca diante de um espelho. O menino leva um susto ao ver o quanto ficou sujo ao manusear o carvão, e o pai lhe diz:

- Assim é a vingança filho, você sempre acabará ficando sujo enquanto estiver atacando a pessoa que odeia. Perdoar é melhor!

“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.”

Mateus 6.14-15

 

fonte: bibliacomentada.com.br

quarta-feira, julho 31, 2013

Uma Flor Rara

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Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida.

O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida estava deficitária em algumas áreas.
Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois.

Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia um apenas exemplar em todo o mundo.

E disse à ela:
- Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina!
Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.

A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.

Ela chegava em casa, olhava a flor e as flores ainda estava, lá, não mostravam sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas. Então ela passava direto.

Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu. Ela chegou em casa e levou um susto!

Estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas. A jovem chorou muito, e contou a seu pai o que havia acontecido.

Seu pai então respondeu:
- Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa, ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!

Reflexão: E você?
Tem cuidado das bênçãos que Deus tem te dado?
Lembre-se da flor, pois como ela são as bênçãos do Senhor: Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar delas.

sábado, outubro 20, 2012

A Loja de Deus…

SEMENTES

Entrei numa loja e vi um anjo no balcão.

- Santo anja o do Senhor, o que vendes?

Respondeu-me:

-Todos os dons de Deus.

-Custa muito caro?

-Não, tudo é de graça.

Contemplei a loja e vi vasos de vidro de fé, pacotes de esperança, caixinhas de felicidade e sabedoria.

Tomei coragem e pedi:

-Por favor, quero muito amor de Deus, todo o perdão dele, vidros de fé, bastante alegria e felicidade eterna para mime para minha família.

Então, o anjo do Senhor, preparou um pequeno embrulho que cabia na minha mão.

-É possível, tudo aqui?

O anjo respondeu sorrindo:

-Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos, apenas sementes.

Plante a sua e seja Feliz…

terça-feira, junho 05, 2012

Quebrando as Correntes!

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Você já observou o elefante no circo?
Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunal.
Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma pequena corrente que aprisiona uma de suas patas à uma pequena estaca cravada no solo.
A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arranca-la do solo e fugir.

Mas por que o elefante não foge?

elefante presoPerguntei a um adestrador e ele me explicou que o elefante não escapa porque está amestrado. O elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair.
A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada.
Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.

Jamais, jamais voltou a colocar à prova sua força. Aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode…

Pense nisso..
Isso muitas vezes acontece conosco!
Vivemos acreditando em um montão de coisas “que não podemos ter”, “que não podemos ser”, “que não vamos conseguir”, simplesmente porque, no passado algo não deu certo ou porque ouvimos tantos “nãos”, fomos tão desacreditados que a sensação da impossibilidade ficou gravada em nossas mentes.

A “força da corrente e da estaca” ficou gravada na nossa memória com tanta nitidez que perdemos o entusiasmo e a coragem. Como consolo, justificamos o cativeiro argumentando que “sempre foi assim”, que “não tem jeito”, que não temos forças para superar…”
Em Efésios 4:8 está escrito: “Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro”

Vencendo a morte e subindo aos céus Jesus levou cativo o cativeiro. Fomos libertos de toda a escravidão! O que te prendia não pode mais te prender, o que te escravizava, não têm poder sobre você…

Se algum fracasso, alguma coisa na sua vida te prende, te faz sentir um derrotado, um inútil ou até mesmo um caso sem solução. Não aceite essa ideia!
Não faça como o elefante do circo, que tem força pra se libertar mas se acostumou à escravidão… Deus nos dá forças para superarmos todas as barreiras e limitações…

Jesus nos dá esse poder!

Você tem um vício que te controla? Uma decepção que te afasta das pessoas? Uma derrota na vida  que te faz sentir fracassado? Um relacionamento familiar ou amoroso que te faz sentir impotente?
Lembre-se de 1João 5 “todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé”.

Depende de cada um de nós…
Não deixe que pessoas ou situações determinem o seu futuro! Coloque-se agora diante de Deus e diga a Ele: Senhor eu quero vencer essa situação e acredito que, com você do meu lado eu realmente posso vencê-la.
Pelo poder do nome de Jesus rompa a corrente!
Ela não tem força sobre sua vida!
Porque Subindo ao alto, Jesus levou cativo o cativeiro…
Pense nisso, não espere que os outros façam por você…
Não perca mais tempo!

Rompa a corrente, arranque a estaca e seja feliz!!!

Deyse Melo

quarta-feira, maio 09, 2012

A porta que separa o homem de Jesus

 
Jesus é a porta blog jovens com propósitos
  
1. A porta que separa o homem de Jesus
"14 E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. 15 Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente! 16 Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. 17 Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu), 18 aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os olhos com colírio, para que vejas. 19 Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te. 20 Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo. 21 Ao que vencer, lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono. 22 Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas." (Ap 3.14-22) 

"11 Porque este mandamento, que hoje te ordeno, te não é encoberto e tampouco está longe de ti. 12 Não está nos céus, para dizeres: Quem subirá por nós aos céus, que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o façamos? 13 Nem tampouco está dalém do mar, para dizeres: Quem passará por nós dalém do mar, para que no-lo traga e no-lo faça ouvir, para que o façamos? 14 Porque esta palavra está mui perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a fazeres. 15 Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, a morte e o mal; 16 porquanto te ordeno, hoje, que ames o SENHOR, teu Deus, que andes nos seus caminhos e que guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, para que vivas e te multipliques, e o SENHOR, teu Deus, te abençoe na terra, a qual passas a possuir. 17 Porém, se o teu coração se desviar, e não quiseres dar ouvidos, e fores seduzido para te inclinares a outros deuses, e os servires, 18 então, eu te denuncio, hoje, que, certamente, perecerás; não prolongarás os dias na terra a que vais, passando o Jordão, para que, entrando nela, a possuas. 19 Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente, 20 amando ao SENHOR, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e te achegando a ele; pois ele é a tua vida e a longura dos teus dias; para que fiques na terra que o SENHOR jurou a teus pais, a Abraão, a Isaque e a Jacó, que lhes havia de dar." (Dt 30.11-20)

2. A
porta dos lábios "Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios." (Sl 141.3)
"Portanto, ofereçamos sempre, por ele, a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome." (Hb 13.15)"Então, disseram: Vinde, e maquinemos projetos contra Jeremias; porquanto não perecerá a lei do sacerdote, nem o conselho do sábio, nem a palavra do profeta; vinde, e firamo-lo com a língua e não escutemos nenhuma das suas palavras."
(Jr 18.18)


3. A Porta das ovelhas "Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas." (Jo 10.7)"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos." (At 4.12)"Farás na arca uma janela e de um côvado a acabarás em cima; e a porta da arca porás ao seu lado; far-lhe-ás andares baixos, segundos e terceiros." (Gn 6.16)
 
 
E você! Qual a Porta que Você vai Escolher para a Sua Vida?

quinta-feira, maio 03, 2012

Obrigado...


Obrigado,

 A você que tem contribuido nestes 3 meses com esta obra direto e indiretamente,
principalmente ao meu Deus pois Ele é a razão disso tudo, a você visitante que tem nos prestigiado com a sua visita que Deus continue te abençoando e que o Senhor venha a ser Glorificado em sua Vida, os meu mais Sinceros Agradecimento.

Continuem contribuindo com esta obra.

Jadson F. Silva. "Jovens com Propósitos"

quarta-feira, março 28, 2012

Não Espere...


Não Espere Sorriso para ser Gentil;
Não Espere ser Amada para Amar;
Não Espere ficar Sozinha para saber o valor de Quem estar ao seu lado;
Não Espere ficar de Luto para reconhecer Quem hoje é tão importante para você;
Não Espere o melhor Emprego para começar a Trabalhar;
Não Espere a Guerra para lembrar-se do Conselho;
Não Espere a Enfermidade para Reconhecer como é frágil a vida;
Não Espere ter Dinheiro aos montes para então Contribuir;
Não Espere por Pessoas perfeitas para então se Apaixonar;
Não Espere Mágoa para pedir Perdão;
Não Espere a Separação para buscar a Reconciliação;
Não Espere elogios para acreditar em si mesmo;
Não Espere a Dor para acreditar em Oração;
Não Espere o Dia da sua morte sem antes...
... Conhecer sua Salvação.
Ame a vida, seja sempre você: Autêntica e Única.
Jesus Te Ama
E te quer bem...

sexta-feira, março 16, 2012

A Ilha dos Sentimenos


Era uma vez, numa ilha distante...
Lá viviam todos os sentimentos e valores que haviam sido atribuídos ao Homem:
- O Bom Humor, a Tristeza, a Sabedoria... Enfim, todos, inclusive o Amor.

Um dia o senhor da ilha apareceu de surpresa, e, na sua voz trovejante, anunciou:
- Os homens não têm sabido fazer uso correto de todos os atributos que lhes concedi. Estou farto desta ilha e de tudo o que nela existe! Vou fazê-la desaparecer. Preparem-se! Amanhã tudo isto irá pelos ares!

Todos começaram a preparar os seus barcos para partir quanto antes, e em breve estavam a afastar-se, ficando ao largo da ilha. No fundo tinham pena de abandoná-la...
Somente o Amor, tendo a seu lado a Esperança, ficou aguardando até ao último momento, esperançado em que o senhor da ilha mudasse de idéia. Mas também a Esperança desesperou da espera e abandou o Amor.

Quando se apercebeu de que a ilha iria mesmo ser afundada o Amor decidiu pedir ajuda. Avistou, a pouca distância, num barco luxuosíssimo, a Riqueza. Dirigiu-se a ele e disse;
- Riqueza. Podes levar-me contigo?
- Não posso porque tenho muito ouro e prata dentro do barco e não há lugar para ti.
Resignado, o Amor olhou em volta e avistou o Orgulho. Fez-lhe o mesmo pedido:
- Orgulho, imploro-te leva-me contigo...
- Não posso levar-te, Amor – respondeu o Orgulho. Aqui tudo é perfeito, e tu poderias arruinar o meu barco.
Então, já quase em desespero, o Amor viu a Tristeza aproximar-se e resolveu pedir-lhe auxílio:
- Tristeza, peço-te, deixa-me ir contigo.
- Oh! Amor – respondeu ela: – estou tão triste que não suporto qualquer companhia. Preciso muito de estar sozinha.
A seguir foi à vez de passar o Bom Humor; mas estava tão contente que o Amor nem se atreveu a dirigir-lhe, pois calculava, de antemão, que iria receber uma recusa. De resto, o mais certo seria nem o ouvir, tal o ruído que fazia...

De repente, o Amor ouviu uma voz que o chamava:
- Vem, Amor, eu levo-te comigo.
Era um velho quem o estava chamando.

O Amor ficou tão contente que imediatamente respondeu ao chamamento. E, no meio de tanta alegria, esqueceu-se de perguntar o nome do velho.

Quando chegou, e depois de depositar o Amor em terra firme, o velho foi-se embora.
Reparando, então, no seu esquecimento, e apercebendo-se de quanto lhe devia, o Amor avistou muito perto de si a Sabedoria. E perguntou-lhe:
- Sabedoria, você sabe quem foi aquele velho que me ajudou? No meio de toda a minha alegria esqueci-me de perguntar o nome dele...
- Foi o Tempo – respondeu a Sabedoria.

-O Tempo? – interrogou-se o Amor. Porque será que o Tempo me ajudou?

A Sabedoria respondeu:
- Porque só o tempo é capaz de compreender o quanto o Amor é importante na vida, epor isso nunca pode ser abandonado.

quarta-feira, março 14, 2012

A Construção de um Vaso

A Construção de Um Vaso
 
Sermão pregado na Igreja Batista Estância Floresta Parck – São José do Rio Preto – SP
Pr. José Francisco Imiane
 
Texto bíblico: Jeremias 18:1-8
Texto base: Jeremias 18:6
 
Introdução
 
 
O Senhor tem um jeito todo especial para moldar o caráter de cada um de seus servos. O profeta Jeremias conseguiu captar esse modelamento da mente de Deus, e nos mostra que, se todo esse processo é necessário para a formação do caráter de um servo fiel, isso não é tão simples como muitos pensam e até pregam. E talvez por isso muitos desistam de se submeter a esse tratamento feito diretamente pelas mãos do Pai, o Oleiro por Excelência.
 
 
 
Primeira fase
 
A fase da escolha: Deus escolhe o barro que quer usar. Existem cerca de duzentos tipos de barros conhecidos, entretanto apenas oito servem para fazer vaso. Sabe o que isso significa? Se você foi escolhido por Deus, você é feito de um barro especial, próprio para ser moldado e trabalhado. Você é feito de um bom barro.
 
Segunda fase
 
A fase do curtimento: é aquela época em que Deus está pronto a falar e ouvir a todos os seus filhos, menos você. Essa fase é uma das mais importantes, pois o vaso tem que ficar no “curtimento”: maior curtimento, maior liga; quanto maior o vaso, maior o tempo de curtimento. Quanto maior a Obra que Deus quer que você realize, maior será o tempo que estará à só, meditando e avaliando sua vida diante dEle. Mesmo que se sinta só, o Oleiro estará a observar seu “curtimento”, ou auto-reflexão.
 
Terceira fase
 
A fase do Pisamento: é quando o barro é tirado do curtimento, talvez depois de muito tempo, é colocado em um local próprio para literalmente ser pisado, pois se faz necessário que todo o ar existente no barro seja retirado. Deus permite que você seja humilhado, pisado, para que perca todo o orgulho, vaidade, autoconfiança. etc... Nessa fase, parece que todos falam mal de você, ninguém lhe entende, julgam suas atitudes...
 
Quarta fase
 
A fase dos Acréscimos: ao barro agora, se faz necessário acrescentar palha fina, pedra triturada e resto de cerâmica, pois sem essa mistura o vaso se tornará fraco e fácil de quebrar. Para a Sua Obra, Deus não quer vasos fracos, que não suportem serem cheios pela Sua Graça e Unção. Sem humildade, compromisso, submissão, disposição, o vaso ficará fraco; Ele quer um vaso resistente para uso diário, e não um de porcelana para ser usado esporadicamente...
 
Quinta fase
 
A fase do molde: finalmente chegou à hora do barro tomar a forma definitiva de vaso!!! Depois de todo esse processo, o Oleiro leva o vaso para a “roda” a fim de moldá-lo: o barro está prestes a se tornar um vaso segundo o coração do Oleiro. O Senhor, então, moldará o caráter de seu Servo conforme a Sua santa vontade e segundo os seus Propósitos, pois cada um tem uma tarefa a cumprir, e precisa de treinamento especial.
 

Conclusão
 
Depois de Deus ter-nos escolhido, ter-nos deixado criar liga, tirado todo o nosso orgulho e autoconfiança, ter-nos fortalecido, finalmente (e só então) Ele começa a nos moldar. E quando estivermos definitivamente prontos, Ele nos enche com o Seu Espírito Santo (e nos batiza) e nos usa de acordo com Sua santa vontade. Coloquemo-nos nas mãos do Senhor e sejamos vasos de bênçãos.
 
Adaptado a partir da matéria obtida na Internet (www.ovelhalele.weblogger.terra.com.br/index.htm)

sexta-feira, março 02, 2012

Deus Diz...






Vejam quão lindos e profundos são esses provérbios que aquecem, acalantam e enobrecem nossa alma e reflita em seu coração.

Você diz: “Isso é impossível”
Deus diz: “Tudo é possível” (Lucas 18:27)

Você diz: “Eu já estou cansado”
Deus diz: “Eu te darei o repouso” (Mateus 11:28-30)

Você diz: “Ninguém me ama de verdade”
Deus diz: “Eu te amo” (João 3:16 & João 13:34)

Você diz:
“Não tenho condições”
Deus diz: “Minha graça é suficiente” (II. Corintos 12:9)

Você diz: “Não vejo saída”
Deus diz: “Eu guiarei teus passos” (Provérbios 3:5-6)

Você diz: “Eu não posso fazer”
Deus diz: “Você pode fazer tudo” (Filipenses 4:13)

Você diz:
“Estou angustiado”
Deus diz: “Eu te livrarei da angustia” (Salmos 90:15)

Você diz: “Não vale a pena”
Deus diz: “Tudo vale a pena” (Romanos 8:28)

Você diz: “Eu não mereço perdão”
Deus diz: “Eu te perdôo” (I Epistola de São João 1:9 & Romanos 8:1)

Você diz: “Não vou conseguir”
Deus diz: “Eu suprirei todas as suas necessidades” (Filipenses 4:19)

Você diz: “Estou com medo”
Deus diz: “Eu não te dei um espírito de medo” (II. Timóteo 1:7)

Você diz: “Estou sempre frustrado e preocupado”
Deus diz: “Confiai-me todas as suas preocupações” (I Pedro 5:7)

Você diz: “Eu não tenho talento suficiente”
Deus diz: “Eu te dou sabedoria” (I Corintos 1:30)

Você diz: “Não tenho fé”
Deus diz: “Eu dei a cada um uma medida de fé” (Romanos 12:3)

Você diz: “Eu me sinto só e desamparado”
Deus diz: “Eu nunca te deixarei nem desampararei” (Hebreus 13:5)

Fonte:http://meninadeatitude.tumblr.com

quinta-feira, março 01, 2012

Deixando O Mundo Do Lado De Fora


 
“Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os corações” (Tiago 4:8).
 
“Não é o navio na água, mas a água no navio que o afunda. Da mesma forma, não é o Cristão no mundo, mas o mundo no cristão que constitui o perigo.
 
Qualquer coisa que ofusca a minha visão do Senhor Jesus, ou afasta-me do prazer de estudar a Bíblia, ou paralisa minha vida de oração, ou dificulta o meu trabalho cristão, está errado para mim e eu devo rejeitá-la.” (J. Wilbur Chapman)
 
Que lugar tem ocupado o mundo em nossa vida?  O lado externo ou interno?  Temos, como cristãos, repelido todas as armadilhas que o mundo oferece, por mais brilhantes e sedutoras que sejam? 
 
Temos compreendido que o nosso testemunho precisa glorificar, em todos os aspectos, o nome do Senhor?
 
Muitas vezes cedemos às tentações crendo que o nosso “pecadinho” não terá nenhuma influência em nossa vida espiritual.  Cremos dessa forma e estamos completamente enganados.  Um grande afastamento de Deus começa por um pequeno passo a poucos centímetros dEle!  E quanto mais longe estamos do Senhor, mais difícil se torna o regresso à sua presença onde existe amor, carinho e todas as bênçãos de que necessitamos para uma vida abundante, feliz e eterna.
 
Quando um navio começa a afundar?  Quando tem alguns centímetros de água em seu interior.  Quando um cristão começa a afundar espiritualmente?  Quando um pequeno pecado se instala em seu coração.  Se o comandante obtém sucesso em deter a entrada de água logo no início, o navio se salva.  Se o cristão rejeita o pecado logo que ele tenta encontrar espaço em sua vida, a porta é fechada e ele segue firme glorificando e engrandecendo o nome do Senhor Jesus.
 
Você pode viver no mundo, mas não o deixe viver em você.

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Amor não acaba. Depende de quanto você se dedica a ele...


 

AMOR NÃO ACABA. Depende de quanto você se dedica a ele.

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.
Eu não consegui dirigir para o trabalho…. Fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia… Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar”.
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama – morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando há vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..
Um casamento centrado no amor nunca se acabará…
(Desconheço o autor)

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

A Parábola do Velho Lenhador


A Parábola do Velho Lenhador

Certa vez, um velho lenhador, conhecido por sempre vencer os torneios que participava, foi desafiado por outro lenhador jovem e forte para uma disputa. A competição chamou a atenção de todos os moradores da localidade. Muitos acreditavam que finalmente o velho perderia a condição de campeão dos lenhadores, em função da grande vantagem física do jovem desafiante.

No dia marcado, os dois competidores começaram a disputa, na qual o jovem se entregou com grande energia e convicto de que seria o novo campeão. De tempos em tempos olhava para o velho e, às vezes, percebia que ele estava sentado. Pensou que o adversário estava velho demais para a disputa, e continuou cortando lenha com todo vigor.

Ao final do prazo estipulado para a competição, foram medir a produtividade dos dois lenhadores e pasmem! O velho vencera novamente, por larga margem, aquele jovem e forte lenhador.
Intrigado, o moço questionou o velho:

- Não entendo, muitas das vezes quando eu olhei para o senhor, durante a competição, notei que estava sentando, descansando, e, no entanto, conseguiu cortar muito mais lenha do que eu, como pode!!

- Engano seu! Disse o velho. Quando você me via sentado, na verdade, eu estava amolando meu machado. E percebi que você usava muita força e obtinha pouco resultado.

Esta parábola nos ensina uma importante lição que podemos aplicar enquanto profissionais: muitas pessoas acreditam que apenas o conhecimento técnico é suficiente para vencer os desafios do dia a dia nas empresas. No entanto, é preciso muito mais do que isto. Assim como o lenhador que acreditava que sua jovialidade e força física eram suficientes, muitos profissionais também acreditam que apenas a competência técnica seja suficiente para realizar suas tarefas na organização.

Como o velho lenhador que "sabia" ser necessário amolar seu machado periodicamente, para desempenhar sua tarefa com sucesso, o profissional eficaz entende que é necessário um conjunto de outras habilidades para fazer com que seu conhecimento técnico possa ser útil a organização. Ele precisará também "amolar o machado" todos os dias.

sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Não é Comigo!

Não é Comigo

"Esta é uma história sobre quatro pessoas:
Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.
Havia um importante trabalho a ser feito eTodo Mundo tinha certeza de que Alguém o faria.
Alguém zangou-se porque era um trabalho de Todo Mundo.
Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo.
Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando, Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito."

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

O problema de um, é problema de todos!



Um
rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até ao porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar.
Fique tranquilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações...
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira... Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro levou a esposa imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal (matou a galinha). Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la... Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre o risco. O problema de um, é problema de todos!
Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos ...
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