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sexta-feira, junho 15, 2012

A Morte de Cruz!

Ele escolheu os cravos

No tempo de Cristo, a cruz era o pior instrumento de execução que se poderia imaginar, e os romanos se tornaram especialistas nesse tipo de sentença. Houve vezes em que eles crucificaram mais de 2 mil pessoas de uma só vez.

 Havia vários tipos de cruz. A mais comum delas, que foi usada para matar Jesus, era a cruz latina, que consistia de dois pesados troncos de madeira medindo até 4,80 m de altura por 3m de largura. Uma cruz pesava em média 70 a 100 kg. Por isso, muitos acham que Jesus só carregou o travessão (chamado patibulum), que pesaria em torno de 20 kg. No local havia o outro poste chamado stipes, que permanecia deitado no chão à espera da parte que lhe completava. Juntos, eles formavam a cruz sobre a qual era posto o condenado.

Então a erguiam com cordas até que caísse com violência num buraco previamente preparado para isso. O condenado ficava completamente nu e apoiava-se parcialmente num pequeno pedaço de madeira apelidado de sedicula, que quer dizer “banquinho”. Os pregos geralmente atravessavam o antebraço.

Entretanto, a Bíblia diz que os de Jesus foram afixados nas mãos.
Os braços eram suspensos em forma de V e a vítima tinha de erguer-se sobre as pernas para poder respirar melhor. Isso provocava um sofrimento terrível, mas não fatal. O crucificado ficava dias agonizando sobre o madeiro.

Por isso, Pilatos admirou-se de que Jesus houvesse morrido em poucas horas. Quando por alguma razão queriam apressar a morte do indivíduo, quebravam-lhe as pernas, provocando asfixia. Foi isso que os soldados fizeram com os ladrões, mas não com Jesus, que já estava morto.

Então os líderes judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos que tinham sido crucificados e mandasse tirá-los das cruzes. Pediram isso porque era sexta-feira e não queriam que, no sábado, os corpos ainda estivessem nas cruzes. E aquele sábado era especialmente santo. Os soldados foram e quebraram as pernas do primeiro homem que tinha sido crucificado com Jesus e depois quebraram as pernas do outro. Mas, quando chegaram perto de Jesus, viram que ele já estava morto e não quebraram as suas pernas. Porém um dos soldados furou o lado de Jesus com uma lança. No mesmo instante saiu sangue e água. Quem viu isso contou o que aconteceu para que vocês também creiam. O que ele disse é verdade, e ele sabe que fala a verdade. Isso aconteceu para que se cumprisse o que as Escrituras Sagradas dizem: “Nenhum dos seus ossos será quebrado.” João 19:31-36

"Deus demonstra seu amor a nós porque, sendo ainda pecadores, Cristo morreu por nós". Romanos 5:8

Jesus te Ama…

sexta-feira, junho 08, 2012

Jesus ou Barrabás? Você é quem escolhe?

Ele Escolheu a Cruz por Você

A CONDENAÇÃO PERANTE PILATOS
Cristo foi trocado por um criminoso, para que o diabo,
o ladrão e homicida da humanidade, fosse derrotado pela Sua Paixão.

Trecho do Livro "Da Prisão à Cruz", 

Devolvido a Pilatos, Jesus entra na etapa final que o levaria à crucificação. Aqui, seria decidido o que se haveria de fazer com o "Rei dos Judeus". Na Páscoa, era costume que um entre os condenados fosse solto. O horário era por volta de sete e oito horas da manhã. Havia, além do Senhor, um homem chamado Barrabás que, segundo o texto bíblico, havia causado uma sedição na cidade e um homicídio (Lc 23.19). Este trecho é bem descrito principalmente no evangelho de Lucas, embora nos pareça que a cronologia de João seja mais precisa. Ao receber Jesus, conforme registrado por Lucas no capítulo 23, versículos 14 a 16, Pilatos dirige-se ao povo dizendo:

(...) Haveis me apresentado este homem como pervertedor do povo, e eis que, examinando-o na vossa presença, nenhuma culpa, das coisas que o acusais, acho neste homem. Nem mesmo Herodes, porque a ele vos remeti, e eis que não tem feito nenhuma coisa digna de morte. Castigá-lo-ei, pois, e solta-lo-ei.

Uma vez dado o seu veredito favorável ao Senhor, Pilatos apresenta a necessidade de se soltar um preso, mas o povo, persuadido pelos principais dos sacerdotes, escolheram ao criminoso para ser solto. Não importava o quão pior era o crime deste homem, os olhos da multidão estavam tapados para as verdades espirituais do Reino de Deus. Cristo condenava sua religião vazia e cheia de superficialidade. Barrabás "apenas" promoveu uma sedição e matou um semelhante. O assassino foi o escolhido para ser livre, o Justo, a ser condenado à morte. Pilatos estava numa situação difícil. Apesar de seu caráter discutível, estava preocupado com o que ouvira falar de Jesus, pela sua própria experiência com Cristo, e pelo terrível sonho que sua mulher havia tido, que nos é relatado em Mateus 27.19:

(...) não entre na causa deste justo, pois em sonho sofri muito por causa dele.

A Bíblia menciona que, querendo soltar ao Senhor, Pilatos pergunta mais uma vez, mas eles clamavam ainda mais para que Cristo fosse crucificado (Lc 23.21). Pilatos, já não podendo insistir no caso do Nazareno, faz a pergunta que ainda ressoa em nós, quase dois mil anos após ser proferida, registrada em Mateus 27.22:

Que farei então de Jesus, chamado o Cristo?

A multidão, unânime, clamou para que Cristo fosse crucificado. Ainda assim, o governador insistiu, perguntando que mal o Nazareno havia feito, mas, enlouquecidos, ainda mais bradavam: Seja crucificado (Mt 27.23).

Pilatos então, vendo que o tumulto somente aumentava, pegou uma vasilha com água e, lavando as mãos diante de todos, bradou: Estou inocente do sangue desse justo, considerai isso (Mt 27.24), e todos responderam: o seu sangue recaia sobre nossas cabeças e sobre nossos filhos (vv.25). Então, o assassino foi solto e o Cristo de Deus mandado para ser flagelado. Se fizermos uma simples comparação, este paralelo é horrível: escolheram aquele que veio para matar, roubar e destruir (prefigurado em Barrabás), ao invés daquEle que veio para lhes vida e vida com abundância (o Cristo).

Aqui, podemos aprender diversas verdades espirituais. A primeira delas, sem dúvida, é a de que todos nós, de certa forma, crucificamos a Jesus. O fizemos quando rejeitamos a Palavra de Deus e quando não demos ouvido as palavras do Salvador. Sempre que preferimos ouvir a nossa natureza decaída e não os bons conselhos do Senhor e da Sua Palavra, estamos escolhendo Barrabás e enviando Jesus para ser açoitado e condenado. Mas, sempre que crucificamos a carne para cumprir o querer de Deus, estamos declarando em alto e bom som no reino espiritual que temos um Rei, que é o Cristo que desceu dos céus para nos salvar.

Aqui, a verdade espiritual se faz declarar como júbilo em nosso coração: Cristo foi trocado por um criminoso, para que o diabo, o ladrão e homicida da humanidade, fosse derrotado pela paixão do Salvador.

sexta-feira, maio 25, 2012

A Cruz de Cristo

a cruz de cristo
A CRUZ DE CRISTO

Texto: Mateus 26:17-30 + João 13:1-5

Jesus estava passando sua última noite na terra em reclusão tranqüila com os apóstolos. Era o primeiro dia da festa dos Pães Asmos, e haviam-se reunido para tomar a refeição pascal juntos na casa de uma amigo.

O lugar é descrito como “um cenáculo grande, mobiliado e preparado”, e podemos imaginá-los ao redor de uma mesa baixa, reclinados sobre almofadas no chão. Evidentemente não havia criados que o servissem, de modo que ninguém lhes lavou os pés antes da refeição.

Foi para intensa tristezas deles, portanto, que durante a ceia Jesus vestiu um avental de escravo, despejou água numa bacia e lavou os pés dos apóstolos, realizando assim o que nenhum deles estivera disposto a fazer.

A seguir ele lhes disse como o amor autêntico sempre se expressa mediante o serviço humilde e como o mundo os identificaria como discípulos somente se amassem uns aos outros.

Em contraste com a prioridade do amor sacrificial e serviçal, ele os advertiu de que um membro do grupo iria traí-lo. Ele também falou muito da sua iminente partida, da vinda do Consolador que tomaria o seu lugar, e do variado ministério de ensino e testemunho desse Espírito da verdade.

... Então, continuando a refeição, eles observaram encantados quando ele pegou um pão, abençoou-o (isto é, deu graças), quebrou-o em pedaços e passou-os aos discípulos, dizendo: “Este é o meu corpo que é dado por vós, fazei isto em memória de mim”.

Da mesma forma, terminada a ceia, ele tomou um cálice de vinho, deu graças, entregou-o aos discípulos e disse: “Este é o cálice da nova aliança em meu sangue”, ou “Este é o meu sangue da nova aliança, que é derramado por muitos para o perdão de pecados, fazei isto, sempre que o beberdes, em memória de mim”.

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Essas são ações e palavras tremendamente significativas!!! É pena que por estarmos tão familiarizados com elas, tendam a perder o seu impacto. Essas ações e palavras lançam luz sobre a visão que o próprio Senhor Jesus tinha a respeito da sua morte!

Através do que fez com o pão e com o vinho, e mediante o que disse a respeito desses elementos, ele estava dramatizando visivelmente sua morte antes que acontecesse e dando a sua própria autorizada explicação acerca do seu significado e propósito.

Com isso JESUS ensinava pelo menos três lições:

A primeira lição se referia à CENTRALIDADE DE SUA MORTE. Solene e deliberadamente, durante sua última noite com o discípulos, ele dava instruções concernentes ao seu próprio culto memorial.

Jesus disse especificamente aos discípulos que o repetissem: “Fazei isto em memória de mim”. - O que deviam fazer? ... deviam copiar o que ele tinha feito, tanto os seus atos como suas palavras, isto é, tomar, quebrar, abençoar, identificar e partilhar o pão e o vinho!!!

O pão não representava seu corpo vivo, enquanto ele se reclinava com eles à mesa, mas seu corpo que em breve seria dado por eles na cruz. Da mesma forma, o vinho não representava o seu sangue que lhe corria nas veias enquanto lhe falava, mas seu sangue que em breve seria derramado por eles na cruz.

A CEIA DO SENHOR, que foi instituída por Jesus, e que é o único ato comemorativo autorizado por ELE, não dramatiza nem seu nascimento, nem sua vida, nem suas palavras ... mas somente a sua morte! - Nada poderia indicar mais claramente a significação central que Jesus atribuía à sua morte.

Era por sua morte que ele desejava, acima de tudo, ser lembrado. Portanto, é seguro dizer que não há Cristianismo sem a cruz. Se a cruz não é o centro da nossa religião, a nossa religião não é a de Jesus.

A segunda lição é Jesus ensinando do PROPÓSITO DA SUA MORTE. - De acordo com o apóstolo Paulo e Mateus, as palavras de Jesus acerca do cálice referiam-se não somente ao seu sangue mas também à nova aliança associada com o seu sangue, e Mateus acrescenta que o sangue de Cristo devia ser derramado pelo perdão dos pecados.

Aqui temos a afirmação verdadeiramente fantástica de que por intermédio do derramamento do sangue de Jesus, na morte, DEUS estava tomando a iniciativa de estabelecer um novo pacto, ou “aliança” como seu povo, na qual uma das maiores promessas seria o perdão dos pecadores.

O que será que Jesus queria dizer com isso?

... Muitos séculos antes Deus tinha feito uma aliança com Abraão, prometendo abençoa-lo com uma boa terra e uma posteridade abundante. Deus renovou essa aliança no monte Sinai, depois de tirar a Israel (descendentes de Abraão) do Egito. Ele prometeu ser o seu DEUS e fazê-los o seu povo.

Além disso, essa aliança foi ratificada com o sangue do sacrifício: Êxodo 24:8: “Então Moisés pegou as bacias e borrifou sangue sobre o povo. Disse ele: Este é o sangue da aliança que o Senhor fez com vocês, nos termos que acabei de ler”.

... Passaram-se centenas de anos, durante os quais o povo se esqueceu de Deus, quebrou a sua aliança e provocou o seu juízo, até que um dia, no sétimo século a.C. a palavra do Senhor veio ao Profeta Jeremias dizendo: (ler Jeremias 31:31-34)

... Passaram-se mais seis séculos, anos de espera paciente e expectativa crescente, até uma noite num cenáculo em Jerusalém, em que um camponês galileu, carpinteiro de profissão e pregador por vocação ousou dizer, com efeito: “Esta nova aliança, profetizada por Jeremias está prestes a ser estabelecida, o perdão dos pecados prometido como uma das bençãos distintivas está prestes a ficar disponível. E o sacrifício para selar esta aliança e assegurar este perdão será o derramamento do meu sangue na cruz”.

Aqui está irmãos e amigos, a visão que Jesus tinha da sua morte. É o sacrifício divinamente ordenado pelo qual a nova aliança com a sua promessa de perdão será ratificada. Ele vai morrer a fim de levar o seu povo a um novo relacionamento de aliança com Deus.

A terceira e última lição que Jesus estava ensinando referia-se à NECESSIDADE DE APROPRIARMOS PESSOALMENTE DA SUA MORTE.

Se tivermos razão em dizer que, no cenáculo, Jesus estava apresentando uma dramatização da sua morte, é importante que observemos a forma que ela tomou.

A morte de Jesus não consistia em um ator num palco, e doze pessoas no auditório. Não!!! .... envolveu a todos como também a ELE, de modo que tanto eles como ELE participaram do drama.

É verdade que Jesus tomou o pão, abençoou-o e o quebrou, mas então, enquanto comiam, ele explicou a significação do seu gesto. Novamente, ele tomou o cálice e o abençoou, mas então, enquanto bebiam, explicou a significação do seu gesto.

... assim, eles não eram meros espectadores deste drama da cruz, mas eram participantes dele. Não poderiam ter deixado de entender a mensagem! Assim, como não era suficiente que o pão fosse quebrado e o vinho derramado, mas que tinham de comer e beber, da mesma forma não era suficiente que ele morresse, mas eles tinham de se apropriar, pessoalmente, dos benefício da sua morte!!!

O comer e o beber eram, como ainda o são nos dias de hoje, uma parábola viva de recebermos a CRISTO como nosso SALVADOR crucificado, e nos alimentarmos dele, pela fé, em nossos corações!!!

Dar ELE o seu corpo e o seu sangue na morte era uma coisa, apropriarmos nós das bençãos da sua morte é outra muito diferente. ... contudo muitos ainda não aprenderam essa distinção!

É necessário uma ação da sua parte. E talvez você esteja imaginando que por haver Cristo morrido, o mundo todo tenha sido corrigido automaticamente.  ENTRETANTO o que Jesus esta dizendo é que Deus não força as suas dádivas sobre você, ... é necessário você recebe-la mediante a fé!!!

Podemos portanto resumir dizendo que a CEIA DO SENHOR permanece como um sinal externo perpétuo tanto da dádiva divina, como da recepção humana.

João 6:53-57 - “Então Jesus disse outra vez: Com toda a sinceridade eu afirmo: Se vocês não comerem a carne do Messias e não beberem o seu sangue, não poderão ter a vida eterna. Mas todo aquele que realmente come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e EU o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue é a verdadeira bebida. Todo aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue, está em MIM e EU nele. Eu vivo pelo poder do Pai que me enviou e da mesma forma, aqueles que se alimentam de MIM viverão por minha causa”.

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